Aqui você vai conhecer as mazelas que impedem o Poder Judiciário brasileiro de desembainhar a espada da severidade da justiça para cumprir a função precípua da aplicação coativa das leis. Sem justiça, as leis não são aplicadas e deixam de existir na prática. Sem justiça, qualquer nação democrática capitula diante de ditadores, corruptos, bandidos, rebeldes, justiceiros, imorais e oportunistas. O Brasil precisa de uma justiça coativa, proba, célere, séria, confiável e comprometida com as questões nacionais, de direito e de ordem pública, integrada no Sistema de Justiça Criminal.
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sábado, 28 de janeiro de 2012

MENSALÃO: TRIBUNAIS DE JUSTIÇA DECLARAM APOIO AO STF

Colégio Permanente dos Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil reuniu-se em Teresina - EFRÉM RIBEIRO, ESPECIAL PARA O GLOBO, 27/01/12 - 22h33

TERESINA - O Colégio Permanente dos Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil, reunido em Teresina, manifestou nesta sexta-feira apoio ao Supremo Tribunal Federal (STF) e lembrou que as pressões contra a Corte aumentam com a proximidade do julgamento do processo do mensalão. A reunião contou com 14 presidentes de Tribunais de Justiça. O presidente do Colégio Permanente dos Presidentes dos TJs, desembargador Marcus Faver, disse que dá para perceber que há uma orquestração contra o Supremo.

- Estamos incentivando o envio de mensagens de apoio aos seus ministros (do STF). Queremos que o apoio seja dado por quem tem consciência disso, não é um apoio gratuito, mas uma conscientização de que há uma orquestração vinda do crime organizado - disse Faver.

O presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, desembargador Edvaldo Moura, disse que também foi debatido o impasse entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o STF, que deverá julgar em breve ação sobre os limites do Conselho na investigação de magistrados.

- Todos nós estamos preocupados e queremos preservar a intangibilidade do Supremo Tribunal Federal e a intocabilidade do Conselho Nacional de Justiça como órgão administrativo, como órgão responsável pela fiscalização e os legítimos interesses do Poder Judiciário e da magistratura. Temos que conciliar esses interesses que parecem conflitantes - disse Moura.

O presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Henrique Nelson Calandra, afirmou que não vê nenhum problema na divulgação pelo CNJ dos salários dos magistrados, desde que não sejam divulgados nomes, pois isso, diz ele, fere o direito à intimidade.

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