Aqui você vai conhecer as mazelas que impedem o Poder Judiciário brasileiro de desembainhar a espada da severidade da justiça para cumprir a função precípua da aplicação coativa das leis. Sem justiça, as leis não são aplicadas e deixam de existir na prática. Sem justiça, qualquer nação democrática capitula diante de ditadores, corruptos, bandidos, rebeldes, justiceiros, imorais e oportunistas. O Brasil precisa de uma justiça coativa, proba, célere, séria, confiável e comprometida com as questões nacionais, de direito e de ordem pública, integrada no Sistema de Justiça Criminal.
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terça-feira, 30 de agosto de 2011

JUSTIÇA E MP - REAJUSTE DE 12% PARA SERVIDORES

Servidores da Justiça e do MP aceitam oferta do governo. Reajuste de 12% beneficia 13 mil trabalhadores - Marcos Koboldt / Correio do Povo, 30/08/2011 13:51

Os servidores do Judiciário e do Ministério Público aceitaram nesta terça-feira a proposta do governo do Estado de reposição salarial de 12% divididos em três parcelas sendo 5% retroativo a julho, 1,9% em outubro e outros 5% em fevereiro de 2012. O reajuste vai beneficiar 10 mil trabalhadores ativos e inativos do Judiciário e 3 mil do Ministério Público. As duas categorias paralisaram as atividades por dois dias.

A direção do Sindicato dos Servidores da Justiça do Rio Grande do Sul (Sindjus/RS) entregou ao presidente do Tribunal de Justiça (TJ-RS), desembargador Leo Lima, um pedido para que o órgão envie à Assembleia Legislativa uma proposta retificativa dos índices de reajuste, de acordo com os percentuais negociados com o governo.

A decisão foi anunciada ao término de assembleia, que contou com a participaçção de 850 servidores, nas dependências do Palácio Farroupilha. O secretário de Comunicação do Sindjus/RS, Luiz Mendes, ressaltou que a aceitação foi praticamente por unanimidade. “A proposta garantiu que o índice reivindicado não fosse alterado”, observou.

Servidores do Judiciário e do Ministério Público se concentraram durante todo o dia no plenário do Legislativo para garantir a votação do projeto. “A forma como foi feito o parcelamento garante nosso direito de pleitear a partir de março uma nova correção”, frisou. Originalmente, a proposta do governo estabelecia que a última parcela fosse paga no final do primeiro semestre de 2012, inviabilizando qualquer possibilidade de negociações.

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