Aqui você vai conhecer as mazelas que impedem o Poder Judiciário brasileiro de desembainhar a espada da severidade da justiça para cumprir a função precípua da aplicação coativa das leis. Sem justiça, as leis não são aplicadas e deixam de existir na prática. Sem justiça, qualquer nação democrática capitula diante de ditadores, corruptos, bandidos, rebeldes, justiceiros, imorais e oportunistas. O Brasil precisa de uma justiça coativa, proba, célere, séria, confiável e comprometida com as questões nacionais, de direito e de ordem pública, integrada no Sistema de Justiça Criminal.
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domingo, 28 de agosto de 2011

ATENTADO À JUSTIÇA - CÂMERAS REGISTRARAM HOMENS COM FUZIL PERTO DO FÓRUM POUCOS ANTES DO CRIME

Morte de juíza: mais imagens. Câmeras registram supostos PMs e homens com fuzil perto do fórum pouco antes do crime - POR MARIA INEZ MAGALHÃES - O DIA ONLINE, 28.08.11 às 00h14

Rio - Imagens de câmeras nas ruas registraram o encontro de supostos policiais do 7º BPM (São Gonçalo) com dois homens em um Saveiro preto — um deles com um fuzil — poucas horas antes do assassinato da juíza Patrícia Acioli. Ela foi morta com 21 tiros no dia 11, quando chegava em casa.

O encontro foi em um posto de combustíveis a 500 metros do Fórum de São Gonçalo, onde ela era titular da 4ª Vara Criminal. Um dos homens que estavam no Saveiro foi reconhecido como réu em um processo a cargo de Patrícia. Ele seria policial do 7º BPM e teria estado no fórum 20 dias antes do crime.

A filmagem mostra que o encontro aconteceu entre 20h e 21h no posto na Avenida Edson, no bairro Lindo Parque. Os primeiros a chegar ao local são os dois ocupantes do Saveiro, conforme as imagens.

Dois minutos depois chega uma patamo do 7º BPM com três supostos policiais. Um dos ocupantes do Saveiro aparece descendo do carro e falando com eles.

Logo depois, o vídeo mostra outro homem saindo do carro com um fuzil (seria um M16). Eles conversam dentro e fora da loja de conveniência e falam por rádio. A imagem é cortada no trecho em que uma moto chega ao posto para abastecer.

Quebra de sigilo telefônico autorizado pela Justiça apontou que um oficial do 7º BPM que é um dos suspeitos de ter feito os disparos que mataram a juíza estava perto do Fórum de São Gonçalo momentos antes do crime, como O DIA publicou ontem.

Horas antes da execução, a juíza havia decretado a prisão preventiva por homicídio de oito policiais do 7º BPM. O oficial foi avisado por sua advogada pelo telefone. Todos eles — quatro cabos, dois soldados, um tenente e um sargento — são investigados pela morte de Patrícia.

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