Aqui você vai conhecer as mazelas que impedem o Poder Judiciário brasileiro de desembainhar a espada da severidade da justiça para cumprir a função precípua da aplicação coativa das leis. Sem justiça, as leis não são aplicadas e deixam de existir na prática. Sem justiça, qualquer nação democrática capitula diante de ditadores, corruptos, bandidos, rebeldes, justiceiros, imorais e oportunistas. O Brasil precisa de uma justiça coativa, proba, célere, séria, confiável e comprometida com as questões nacionais, de direito e de ordem pública, integrada no Sistema de Justiça Criminal.
- Veja no rodapé deste blog a justiça que queremos e a que não queremos no Brasil

terça-feira, 11 de outubro de 2011

A REAÇÃO DE PELUSO

ZERO HORA 11/10/2011

Em novo episódio da crise que abate o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o presidente Cezar Peluso quer esvaziar o argumento da corregedoria-nacional de que os tribunais não são capazes de investigar e punir os juízes suspeitos de irregularidades.

Peluso determinou aos corregedores estaduais que encaminhem para ele todas as informações sobre processos disciplinares contra magistrados que estejam em andamento.

Com isso, ele pretende mostrar que o trabalho da corregedoria do CNJ, comandada pela ministra Eliana Calmon, poderia ser secundário.

Peluso se reuniu com vários corregedores, entre eles, Bartolomeu Bueno de Freitas, presidente do Colégio de Corregedores gerais de Tribunais de Justiça.

Eliana provocou polêmica ao dizer que o Judiciário tem “bandidos escondidos atrás da toga”.

Nenhum comentário:

Postar um comentário