Aqui você vai conhecer as mazelas que impedem o Poder Judiciário brasileiro de desembainhar a espada da severidade da justiça para cumprir a função precípua da aplicação coativa das leis. Sem justiça, as leis não são aplicadas e deixam de existir na prática. Sem justiça, qualquer nação democrática capitula diante de ditadores, corruptos, bandidos, rebeldes, justiceiros, imorais e oportunistas. O Brasil precisa de uma justiça coativa, proba, célere, séria, confiável e comprometida com as questões nacionais, de direito e de ordem pública, integrada no Sistema de Justiça Criminal.
- Veja no rodapé deste blog a justiça que queremos e a que não queremos no Brasil

sexta-feira, 20 de abril de 2012

STF: BARBOSA ADJETIVA PELUSO


Barbosa endurece o tom contra Peluso: ‘ele manipulou resultados na Corte’ - Estadão.com.br - 20/04/2012

“Rídiculo”, “brega”, “caipira”, “corporativo”, “desleal”, “tirano” e “pequeno”. Foi com esses adjetivos que o ministro e relator do mensalão Joaquim Barbosa se referiu ao ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Cezar Peluso. Em entrevista ao O Globo, Barbosa disse que Peluso pratica “bullying” contra ele por causa de seus problemas de saúde e foi além: disse que ele manipulou resultados de julgamentos conforme seus interesses.

Para Barbosa, que é relator do mensalão e assumirá em sete meses a presidência da Corte, Peluso não deixa nenhum legado ao STF. De acordo com ele, o ex-presidente do Supremo é conservador e tirânico e “não hesitava em violar as normas quando se tratava de impor à força a sua vontade”.

‘Amargurado’.

A reação de Barbosa aconteceu depois de Peluso dizer em entrevista que o ministro era inseguro e de temperamento difícil. Na entrevista, Peluso disse que o tribunal se apaziguou na gestão dele. Barbosa discorda e diz que ele “incendiou o Judicário com a sua obsessão corporativista”. Joaquim Barbosa rebateu: “O Peluso se acha”, afirmou. “Na verdade ele tem uma amargura. Em relação a mim então…”

Na entrevista, Peluso disse ainda que o futuro da Corte é preocupante e que o trabalho da ministra Eliana Calmon na Corregedoria Nacional de Justiça não gerou qualquer resultado. Em entrevista publicada no site Consultor Jurídico, Peluso criticou a presidente Dilma Rousseff, por ter tirado do Orçamento deste ano o aumento do Judiciário, e o senador Francisco Dornelles, que ele afirma estar a serviço dos bancos.

Peluso não poupou Barbosa na entrevista e insinuou que ele teria alimentado planos eleitorais por conta da relatoria do processo do mensalão. Barbosa negou que tenha algum dia falado sobre pretensões políticas com alguém. “Eles estão inventando essa história. Eu jamais falei com qualquer pessoa sobre candidatura”, disse.

Um comentário:

  1. E enquanto isso ... o Brasil fica a mercê de decisões que o imperram de crescer, de punir, de ser justo ...
    No fundo, bem no fundo ... tudo isso é vaidade!

    ResponderExcluir