Aqui você vai conhecer as mazelas que impedem o Poder Judiciário brasileiro de desembainhar a espada da severidade da justiça para cumprir a função precípua da aplicação coativa das leis. Sem justiça, as leis não são aplicadas e deixam de existir na prática. Sem justiça, qualquer nação democrática capitula diante de ditadores, corruptos, bandidos, rebeldes, justiceiros, imorais e oportunistas. O Brasil precisa de uma justiça coativa, proba, célere, séria, confiável e comprometida com as questões nacionais, de direito e de ordem pública, integrada no Sistema de Justiça Criminal.
- Veja no rodapé deste blog a justiça que queremos e a que não queremos no Brasil

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

MEDO

TALINE OPPITZ - CORREIO DO POVO, 29/09/2011

Ninguém vive hoje em uma redoma impermeável a pressões, nem mesmo o Supremo Tribunal Federal.

Talvez, por esta razão, o Supremo tenha adiado a sessão que decidiria sobre o poder de corregedoria do Conselho Nacional de Justiça, considerado pela sociedade como imprescindível para um controle mínimo do Judiciário.

Não se trata de, em hipótese alguma, tutelar decisões de juízes, que devem ser livres e agir conforme a sua consciência.

O que a sociedade valoriza no CNJ é, ao contrário, o poder de fiscalizar a ação de seres humanos que, togados ou não, podem cometer irregularidades.

O STF parece precisar de tempo para compreender este fato.

Pois que esperem e reflitam então.

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