Aqui você vai conhecer as mazelas que impedem o Poder Judiciário brasileiro de desembainhar a espada da severidade da justiça para cumprir a função precípua da aplicação coativa das leis. Sem justiça, as leis não são aplicadas e deixam de existir na prática. Sem justiça, qualquer nação democrática capitula diante de ditadores, corruptos, bandidos, rebeldes, justiceiros, imorais e oportunistas. O Brasil precisa de uma justiça coativa, proba, célere, séria, confiável e comprometida com as questões nacionais, de direito e de ordem pública, integrada no Sistema de Justiça Criminal.
- Veja no rodapé deste blog a justiça que queremos e a que não queremos no Brasil

quarta-feira, 23 de maio de 2012

CRUCIFIXO: JESUS AGRADECE

BEATRIZ FAGUNDES, O SUL, Porto Alegre, Quarta-feira, 23 de Maio de 2012.

Jesus agradece.

O Conselho da Magistratura do TJ-RS (Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul) decidiu que os prédios do Judiciário gaúcho continuarão sem crucifixos nos seus espaços públicos.

A decisão foi tomada na tarde de ontem pelos membros do conselho. Eles não atenderam a um pedido da Associação de Juristas Católicos no sentido de que os crucifixos voltassem a ornamentar as salas do Judiciário, como acontecia até fevereiro.

Como cristã convicta e que exige respeito ao Mestre dos Mestres, concordo definitivamente que o crucifixo se ausente definitivamente de ambientes nos quais a sua mensagem nunca foi e jamais será respeitada.

Lembrando que a mensagem do Mestre, de acordo com as Escrituras Sagradas, foi baseada no senso de Justiça moral, ética e estética.

Hoje sabemos que a Justiça se baseia definitivamente nas provas que podem ser ?produzidas' de forma desleal, corrupta e com as denominadas "prostitutas das provas", qual sejam as não raras testemunhas "compradas".

Deixem Jesus distante deste ambiente carregado de miasmas.

  
WANDERLEY SOARES, O SUL, 23/05/2012

Cristo e a deusa

Os crucifixos que nas salas de julgamento do Judiciário gaúcho eram, pretensamente, um símbolo da magnanimidade, ao que tudo indica serão reciclados ou doados para entidades cristãs. O Tribunal de Justiça negou recurso para que os ícones voltem a ser entronizados. Creio que a próxima campanha será contra a deusa Themis, que, com seus 400 quilos em bronze, assusta com sua espada luminosa a todos os que se aproximam do Palácio da Justiça, na Praça da Matriz.

Nenhum comentário:

Postar um comentário