Aqui você vai conhecer as mazelas que impedem o Poder Judiciário brasileiro de desembainhar a espada da severidade da justiça para cumprir a função precípua da aplicação coativa das leis. Sem justiça, as leis não são aplicadas e deixam de existir na prática. Sem justiça, qualquer nação democrática capitula diante de ditadores, corruptos, bandidos, rebeldes, justiceiros, imorais e oportunistas. O Brasil precisa de uma justiça coativa, proba, célere, séria, confiável e comprometida com as questões nacionais, de direito e de ordem pública, integrada no Sistema de Justiça Criminal.
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terça-feira, 26 de abril de 2011

PLANO PARA MATAR JUÍZA E DELEGADO DO CASO BRUNO

O advogado José Arteiro Lima, que atua na acusação do caso do goleiro Bruno, apresentou ontem uma denúncia contra o ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola. ZERO HORA 26/04/2011

Segundo ele, Bola, apontado pela investigação como o homem que teria executado Eliza Samúdio, teria encomendado a morte do delegado e da juíza responsável pelo processo.

Segundo o advogado, as informações partiram de um detento que dividiu cela com Bola no presídio Nelson Hungria, em Contagem (MG). A encomenda do crime contra o delegado da Polícia Civil Edson Moreira e da juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues teria sido feita a traficantes cariocas.

O advogado declarou também que o detento teria ouvido de Bola a confissão do assassinato da ex-amante do goleiro. Segundo o companheiro de cela, Bola teria cremado o corpo e jogado as cinzas em uma lagoa. Segundo Moreira, o detento foi transferido e Bola será ouvido pela Justiça.

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