Aqui você vai conhecer as mazelas que impedem o Poder Judiciário brasileiro de desembainhar a espada da severidade da justiça para cumprir a função precípua da aplicação coativa das leis. Sem justiça, as leis não são aplicadas e deixam de existir na prática. Sem justiça, qualquer nação democrática capitula diante de ditadores, corruptos, bandidos, rebeldes, justiceiros, imorais e oportunistas. O Brasil precisa de uma justiça coativa, proba, célere, séria, confiável e comprometida com as questões nacionais, de direito e de ordem pública, integrada no Sistema de Justiça Criminal.
- Veja no rodapé deste blog a justiça que queremos e a que não queremos no Brasil

sexta-feira, 25 de março de 2011

A JUSTIÇA NA CONTRAMÃO


É uma vergonha! Como pode um juiz que, antes da posse, elogia a Lei da Ficha Limpa como instrumento de moralidade que nasceu da vontade popular, e depois, empossado como ministro do STF, vote contra esta mesma Lei? O que deve ter mudado o seu voto? Como podemos conviver com um PODER que demora para decidir temas relevantes e de impacto social, diverge da decisão de uma Corte Superior especializada e interpreta a constituição para beneficiar o individual em detrimento do interesse público e na contramão da mobilização nacional em favor da moralidade política?

Como podem os magistrados brasileiros divergirem tanto da constituição, interpretando cada um ao seu modo sem segurança ou interesse público?

Como pode uma corte suprema divergir de uma corte superior especializada no assunto que é o Tribunal Superior Eleitoral?

Ou o STF é um poder alienado ou a constituição federal é um documento que perdeu sua finalidade para garantir a segurança jurídica, os princípios básicos da administração pública e a paz social.

Já está na hora da sociedade organizada, sacrificada pelas benevolências das leis, pelas mazelas do judiciário e pelo poder dos corruptos nas instituições democráticas, reivindicar uma nova JUSTIÇA e uma nova e enxuta CONSTITUIÇÃO.

Por se tratar de um poder centralizador e causa da morosidade judicial para o transitado em julgado, defendo a extinção do Supremo Tribunal Federal (STF) distribuindo suas atribuições ao STJ e TSE que, com autonomia e independência, promoverão a aplicação da lei e da justiça nas áreas de suas competências, reduzindo instâncias de recursos, prazos processuais, divergências, burocracia e morosidade dos processos para aumentar a segurança jurídica e a confiança no PODER JUDICIÁRIO BRASILEIRO.

VEJA NESTAS CHARGES A INDIGNAÇÃO DO POVO









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