Aqui você vai conhecer as mazelas que impedem o Poder Judiciário brasileiro de desembainhar a espada da severidade da justiça para cumprir a função precípua da aplicação coativa das leis. Sem justiça, as leis não são aplicadas e deixam de existir na prática. Sem justiça, qualquer nação democrática capitula diante de ditadores, corruptos, bandidos, rebeldes, justiceiros, imorais e oportunistas. O Brasil precisa de uma justiça coativa, proba, célere, séria, confiável e comprometida com as questões nacionais, de direito e de ordem pública, integrada no Sistema de Justiça Criminal.
- Veja no rodapé deste blog a justiça que queremos e a que não queremos no Brasil

domingo, 13 de março de 2011

MENOS DA METADE CONFIAM NA JUSTIÇA BRASILEIRA


ÍNDICE DE CONFIANÇA. Justiça gaúcha lidera ranking - Zero Hora 13/03/2011

Em um novo levantamento realizado pela Fundação Getulio Vargas, a Justiça do Rio Grande do Sul obteve mais uma vez o maior Índice de Confiança na Justiça (ICJ Brasil), de 4,4. A seguir, com 4,3 pontos, estão Minas Gerais e Rio de Janeiro. A média nacional ficou em 4,2.

Na pesquisa, a população gaúcha apresentou também um dos maiores percentuais de entrevistados que afirmaram já ter entrado com alguma ação na Justiça (pessoalmente ou alguém residente em seu domicílio): 54%. O resultado é ultrapassado apenas pelos moradores do Distrito Federal, com 58%.

Os números são referentes ao quarto trimestre do ano passado, a partir de entrevistas com 1.570 pessoas. Foram pesquisados residentes do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Bahia e Distrito Federal.

COMENTÁRIO DO BENGOCHEA - É triste a justiça brasileira obter índices negativos de confiança. Não podemos saudar a liderança do RS nesta pesquisa, pois o índice de 4.3, o melhor do país, é ainda negativo e comprova que o povo não confia numa justiça plena de mazelas, privilégios e corporativismo. No dia em que a Justiça obter mais de 70% de confiança, serei o primeiro a aplaudir, pois é um indicador que realmente pode garantir a existência de uma justiça realmente independente, coativa, proativa, confiável e comprometida com as questões nacionais.

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