Aqui você vai conhecer as mazelas que impedem o Poder Judiciário brasileiro de desembainhar a espada da severidade da justiça para cumprir a função precípua da aplicação coativa das leis. Sem justiça, as leis não são aplicadas e deixam de existir na prática. Sem justiça, qualquer nação democrática capitula diante de ditadores, corruptos, bandidos, rebeldes, justiceiros, imorais e oportunistas. O Brasil precisa de uma justiça coativa, proba, célere, séria, confiável e comprometida com as questões nacionais, de direito e de ordem pública, integrada no Sistema de Justiça Criminal.
- Veja no rodapé deste blog a justiça que queremos e a que não queremos no Brasil

terça-feira, 10 de julho de 2012

ESTRESSE

CORREIO DO POVO, 10/07/2012

DO LEITOR -  Estresse

Pertinente à matéria em relação ao estresse a que estão submetidos os servidores da Justiça (CP 24/6), isso é uma realidade na quase totalidade das comarcas gaúchas. 


Na comarca de São Sepé, onde exerço a função de oficial de Justiça, os números são gritantes. Há 15 anos, a comarca contava com 3,6 mil processos ativos. Hoje, são quase 10 mil processos. 

Enquanto os cartórios foram equipados e houve a criação de vários cargos com estagiários, nada mudou quanto aos oficiais de Justiça. 

Diante disso, novos servidores não suportam tamanha demanda e buscam comarcas com menos trabalho, acarretando mais acúmulos. 

Contribuo sugerindo a criação de mais um cargo de oficial de Justiça ou então a criação da Segunda Vara, o que poderia aliviar o excesso de trabalho.

Mariano Cardoso, São Sepé

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