Aqui você vai conhecer as mazelas que impedem o Poder Judiciário brasileiro de desembainhar a espada da severidade da justiça para cumprir a função precípua da aplicação coativa das leis. Sem justiça, as leis não são aplicadas e deixam de existir na prática. Sem justiça, qualquer nação democrática capitula diante de ditadores, corruptos, bandidos, rebeldes, justiceiros, imorais e oportunistas. O Brasil precisa de uma justiça coativa, proba, célere, séria, confiável e comprometida com as questões nacionais, de direito e de ordem pública, integrada no Sistema de Justiça Criminal.
- Veja no rodapé deste blog a justiça que queremos e a que não queremos no Brasil

terça-feira, 19 de junho de 2012

NOVO JUIZ SE DECLARA IMPEDIDO ALEGANDO AMIGO DE UM DOS PRESOS

Novo juiz do caso Cachoeira vai se declarar impedido de julgar. Ele alega que é amigo de José Olímpio Queiroga Neto, um dos presos pela PF

O Globo - 19/06/12 - 10h57


GOIÂNIA - O magistrado escolhido para suceder o juiz Paulo Augusto Moreira Lima - responsável pelo julgamento do contraventor Carlinhos Cachoeira e afastado na segunda-feira - afirmou à TV Anhanguera que vai se declarar impedido de conduzir o caso. Leão Aparecido Alves disse à TV Anhanguera, nesta terça-feira que não deve assumir o caso, porque é amigo de José Olímpio Queiroga Neto, preso pela Polícia Federal por suspeita de participar da quadrilha do contraventor.

Moreira Lima, afastado da 11ª Vara Federal em Goiás, foi que autorizou as escutas telefônicas da operação Monte Carlo e determinou a prisão de Cachoeira. Ele foi transferido para a a 12ª Vara Federal.

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região, responsável pela transferência, informou que a troca foi feita porque magistrados vão sair de férias e Moreira Lima é juiz substituto. Na segunda-feira, a Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) rejeitou o pedido de anulação das escutas telefônicas da Operação Monte Carlo. Por dois votos a um, a Terceira Turma considerou legal as escutas das conversas de integrantes da organização de Cachoeira gravadas pela Polícia Federal durante a operação.

A advogada de Cachoeira, Dora Cavalcante, afirmou que irá recorrer com embargo de declaração contra a decisão e depois recorrerá ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Nenhum comentário:

Postar um comentário