Aqui você vai conhecer as mazelas que impedem o Poder Judiciário brasileiro de desembainhar a espada da severidade da justiça para cumprir a função precípua da aplicação coativa das leis. Sem justiça, as leis não são aplicadas e deixam de existir na prática. Sem justiça, qualquer nação democrática capitula diante de ditadores, corruptos, bandidos, rebeldes, justiceiros, imorais e oportunistas. O Brasil precisa de uma justiça coativa, proba, célere, séria, confiável e comprometida com as questões nacionais, de direito e de ordem pública, integrada no Sistema de Justiça Criminal.
- Veja no rodapé deste blog a justiça que queremos e a que não queremos no Brasil

segunda-feira, 22 de abril de 2013

TRÊS ANOS DEPOIS

ZERO HORA 22 de abril de 2013 | N° 17410

NO BANCO DOS RÉUS

Mais longo cárcere privado vai a júri



Está marcado para a manhã de hoje, em Canoas, o júri popular de Rodrigo Luciano Luz, 34 anos. Em fevereiro de 2010, por 69 horas, Rodrigo manteve a ex-companheira e o dois filhos em cárcere privado, no caso que ficou conhecido como o da mais longa negociação com reféns na história do Estado. 

O réu responde pela tentativa de homicídio e cárcere privado das três vítimas, pela aquisição e adulteração de chassi de carro roubado e pela tentativa de homicídio do namorado da irmã da ex-companheira.

Rodrigo, que está recolhido no Presídio Central, em Porto Alegre, já teve o júri marcado para abril do ano passado, mas o julgamento foi adiado devido um pedido da defesa por um exame de sanidade, que atestou capacidades mentais de responder pelas acusações.

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