Aqui você vai conhecer as mazelas que impedem o Poder Judiciário brasileiro de desembainhar a espada da severidade da justiça para cumprir a função precípua da aplicação coativa das leis. Sem justiça, as leis não são aplicadas e deixam de existir na prática. Sem justiça, qualquer nação democrática capitula diante de ditadores, corruptos, bandidos, rebeldes, justiceiros, imorais e oportunistas. O Brasil precisa de uma justiça coativa, proba, célere, séria, confiável e comprometida com as questões nacionais, de direito e de ordem pública, integrada no Sistema de Justiça Criminal.
- Veja no rodapé deste blog a justiça que queremos e a que não queremos no Brasil

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

DEFININDO METAS E PREOCUPAÇÃO COM LICENÇAS-SAÚDE


NA CAPITAL. Judiciário nacional define metas para 2012.Presidentes de tribunais manifestam preocupação com número de licenças-saúde entre servidores - ZERO HORA 18/11/2011

Ao abrir oficialmente o 5º Encontro Nacional do Judiciário ontem na Capital, o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Cezar Peluso, declarou que a qualidade de vida dos servidores e membros do Judiciário estará entre as metas a serem avaliadas durante o evento. Representantes dos 90 tribunais do país se reúnem no Hotel Plaza São Rafael para definir as metas do Judiciário brasileiro para o ano que vem e avaliar o cumprimento dos projetos fixados para 2011.

O presidente do Tribunal de Justiça do Estado, desembargador Leo Lima, se disse preocupado com o “crescente” volume de licenças-saúde e aposentadorias por invalidez entre os servidores do Judiciário gaúcho. Para fazer um levantamento dos afastamentos e buscar as soluções para o problema, o TJ gaúcho firmou um convênio com a PUC, que comandará uma pesquisa científica sobre qualidade de vida e saúde ocupacional dos servidores. A Corte também lançou o Projeto Saúde, utilizando o departamento de saúde. Os afastamentos, segundo Lima, estão ligados ao “estresse” e ao excesso de trabalho”. O Judiciário gaúcho tem hoje 8 mil servidores.

Peluso e Lima, anfitrião do evento, trataram do tema em reunião na tarde de ontem. O também presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) relembrou mortes prematuras de magistrados, no exercício da função, ocorridas há várias décadas em São Paulo.

– Não queremos que isso se repita, seja para os magistrados, seja para os servidores. Precisamos de pessoas sadias, que tenham disposição, ânimo e coragem para enfrentar os problemas que a sociedade brasileira põe à frente do Judiciário – afirmou Peluso.

Peluso se diz admirador da Justiça gaúcha

Diante da cúpula do Judiciário nacional, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, declarou que a escolha do Rio Grande do Sul como sede do encontro não foi por acaso. Ele se disse “há muitas décadas um confessado admirador” da Justiça gaúcha. Durante sua manifestação, o governador Tarso Genro fez o que chamou de “registro bairrista”:

– Os gaúchos têm enorme afeição ao Poder Judiciário do nosso país e especial orgulho do Poder Judiciário do Rio Grande do Sul. Não temos nenhuma postura arrogante, nenhuma postura exclusivista, mas é importante que o governador faça essa manifestação perante juízes de todo o Brasil.

Durante o evento, serão discutidas propostas de aperfeiçoamento dos processos para diminuir os entraves burocráticos e possibilitar que os juízes possam encerrá-los de uma forma mais rápida.

2 comentários:

  1. Caro sr. Jorge, este post é praticamente a cópia literal de matéria publicada pela Zero Hora de hoje. Se o senhor não conseguiu acompanhar ao vivo o Encontro, poderia ao menos ter citado a fonte, não? Sendo um blog crítico e que fomenta a reflexão, parece-me contraditório cometer um deslize deste. Ou estou enganado? Grande abraço.

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  2. Realmente, Rodrigo. Desculpe a nossa falha. Sempre colocamos a fonte das nossas postagens. Foi um deslize. Já vamos corrigir.

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