Aqui você vai conhecer as mazelas que impedem o Poder Judiciário brasileiro de desembainhar a espada da severidade da justiça para cumprir a função precípua da aplicação coativa das leis. Sem justiça, as leis não são aplicadas e deixam de existir na prática. Sem justiça, qualquer nação democrática capitula diante de ditadores, corruptos, bandidos, rebeldes, justiceiros, imorais e oportunistas. O Brasil precisa de uma justiça coativa, proba, célere, séria, confiável e comprometida com as questões nacionais, de direito e de ordem pública, integrada no Sistema de Justiça Criminal.
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quinta-feira, 16 de junho de 2011

JUSTIÇA FEDERAL - SERVIDORES ENTRAM EM GREVE POR PLANO DE CARGOS E SALÁRIO

Servidores do judiciário federal entram em greve por tempo indeterminado no RS. Paralisação atinge as Justiças Eleitoral, Federal, Militar e do Trabalho - ZERO HORA ONLINE, 16/06/2011 | 18h49min

Em assembleia realizada na tarde desta quinta-feira, os servidores do judiciário federal do Estado definiram permanecer em greve por tempo indeterminado. Decidida em votação no último sábado, a mobilização entrou em vigor hoje, segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal do Rio Grande do Sul (Sintrajufe).

A paralisação atinge as Justiças Eleitoral, Federal, Militar e do Trabalho. Os servidores querem a negociação do Plano de Cargos e Salários, que revisa os vencimentos dos trabalhadores.

São várias as categorias que reivindicam os incrementos salariais — desde os balconistas da Justiça do trabalho até o servidor que entrega o título na justiça eleitoral, por exemplo. De acordo com o Sintrajufe, não há reajustes nos salários desde 2006.

Durante a paralisação, os serviços funcionarão na forma de plantões. No decorrer da greve pode haver remarcações de audiências e atrasos nos processos. Em Porto Alegre, quatro das 30 varas já entraram com portarias para suspender os prazos processuais.

Caminhada na Av. Praia de Belas

No início da tarde desta quinta-feira, cerca de 300 servidores realizaram caminhada na Avenida Praia de Belas, na Capital. Em frente ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT), eles soltaram balões.

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