MAZELAS DA JUSTIÇA

Neste blog você vai conhecer as mazelas que impedem a JUSTIÇA BRASILEIRA de desembainhar a espada da severidade da justiça para cumprir sua função precípua da aplicação coativa das leis para que as leis, o direito, a justiça, as instituições e a autoridade sejam respeitadas. Sem justiça, as leis não são aplicadas e deixam de existir na prática. Sem justiça, qualquer nação democrática capitula diante de ditadores, corruptos, traficantes, mafiosos, rebeldes, justiceiros, imorais e oportunistas. Está na hora da Justiça exercer seus deveres para com o povo, praticar suas virtudes e fazer respeitar as leis e o direito neste país. Só uma justiça forte, coativa, proba, célere, séria, confiável, envolvida como Poder de Estado constituído, integrada ao Sistema de Justiça Criminal e comprometida com o Estado Democrático de Direito, será capaz de defender e garantir a vida humana, os direitos, os bens públicos, a moralidade, a igualdade, os princípios, os valores, a ordem pública e o direito de todos à segurança pública.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

JUIZ ATRASADO PARA VÔO MANDA PRENDER ATENDENTES DA TAM



CBN, GLOBO RADIO Segunda, 08/12/2014, 11:11


No MA, juiz chega atrasado, perde voo e manda prender atendentes da TAM



Após a confusão, o magistrado seguiu viagem em outro voo. Funcionários da TAM foram levados para a delegacia e liberados em seguida.

Segundo testemunhas, o juiz Marcelo Baldochi, inconformado por ter sido impedido de embarcar em um voo no último sábado após se apresentar atrasado no check in do aeroporto, deu voz de prisão para três funcionários da TAM.

Após dar voz de prisão aos funcionários, o juiz ligou para a polícia. Os três foram conduzidos para a delegacia e segundo a Polícia Civil prestaram depoimentos e foram liberados, já que o juiz não compareceu à delegacia para formalizar a denúncia de um suposto desrespeito à lei do consumidor.

Logo depois da confusão, o juiz seguiu viagem para Ribeirão Preto, em São Paulo, em um voo de outra companhia aérea.

A companhia aérea TAM defendeu os funcionários afirmando que eles seguiram todos os procedimentos de embarque regidos pela legislação do setor.

A empresa informa ainda que colabora prestando todos os esclarecimentos às autoridades.

Juiz Marcelo Baldochi mandou prender funcionários da TAM depois de perder voo
(Crédito: reprodução)




http://cbn.globoradio.globo.com/editorias/pais/2014/12/08/NO-MA-JUIZ-CHEGA-ATRASADO-PERDE-VOO-E-MANDA-PRENDER-ATENDENTES-DA-TAM.htm


http://oglobo.globo.com/brasil/juiz-chega-atrasado-para-voo-da-voz-de-prisao-funcionarios-que-impediram-embarque-14768828



FOLHA.COM 08/12/2014 12h43

Juiz perde voo e dá voz de prisão a funcionários da TAM no Maranhão


JOÃO PEDRO PITOMBO
DE SALVADOR




O juiz Marcelo Testa Baldochi, da comarca da cidade de Senador La Roque, no Maranhão, deu voz de prisão a três funcionários do check-in da companhia aérea TAM no aeroporto de Imperatriz (630 km de São Luís) na noite de sábado (6).

Segundo depoimento dos funcionários, o magistrado quis embarcar em um avião da companhia aérea após o encerramento dos procedimentos para embarque.

Ao ter o acesso à aeronave negado, o juiz deu voz de prisão aos funcionários e chamou a Polícia Militar. Os trabalhadores da TAM foram encaminhados para uma unidade da Polícia Civil no centro de Imperatriz (MA).

Os três funcionados foram ouvidos e liberados. O magistrado não prestou depoimento e embarcou em outro voo no mesmo aeroporto.

O caso será investigado pela 3º Delegacia de Polícia de Imperatriz.

O juiz Marcelo Baldochi não foi localizado pela Folha.

Em nota, a TAM informou que "segue todos os procedimentos de embarque regidos pela legislação do setor" e que "está colaborando e prestando todos os esclarecimentos às autoridades".

TRABALHO ESCRAVO

Em dezembro de 2008, o juiz Marcelo Testa Baldochi entrou para a "lista suja" de empregadores acusados pelo Ministério do Trabalho de submeter trabalhadores à situação análoga à escravidão. Seu nome foi retirado da versão do cadastro atualizada no ano seguinte.

Baldochi foi incluído na "lista suja" após o Ministério do Trabalho ter localizado, em 2007, um grupo de 25 trabalhadores em situação degradante nas terras do magistrado.

Na época, o juiz disse que houve "abuso" por parte da fiscalização e que "nunca houve" trabalho análogo à escravidão em sua propriedade.

Nenhum comentário:

Postar um comentário