Aqui você vai conhecer as mazelas que impedem o Poder Judiciário brasileiro de desembainhar a espada da severidade da justiça para cumprir a função precípua da aplicação coativa das leis. Sem justiça, as leis não são aplicadas e deixam de existir na prática. Sem justiça, qualquer nação democrática capitula diante de ditadores, corruptos, bandidos, rebeldes, justiceiros, imorais e oportunistas. O Brasil precisa de uma justiça coativa, proba, célere, séria, confiável e comprometida com as questões nacionais, de direito e de ordem pública, integrada no Sistema de Justiça Criminal.
- Veja no rodapé deste blog a justiça que queremos e a que não queremos no Brasil

domingo, 10 de fevereiro de 2013

VISÃO E LINHAS DE AÇÃO DO TJ-RS

10 de fevereiro de 2013 | N° 17339

INFORME ESPECIAL | TULIO MILMAN


Visão 1

Recém empossado no cargo, o corregedor-geral de Justiça do Estado, desembargador Orlando Heemann Júnior, planeja as linhas principais da sua gestão.

Uma delas é o estímulo à solução de conflitos antes que eles se transformem em processos volumosos. Heemann defende a tese de que os advogados deveriam ser valorizados quando obtivessem sucesso em mediações e conciliações.

O magistrado vai além.

Detecta uma distorção no sistema: hoje, os juízes são mais avaliados pelo número de processos que julgam do que pelos que conseguem evitar.


Visão 2

Heemann planeja a realização de quatro grandes encontros regionais de magistrados de 1º grau até a metade do ano: Livramento, Guarani das Missões, Bento Gonçalves e Pelotas.

Um dos temas a serem discutidos é a atuação do Judiciário nas ações que envolvem medicamentos e internações por drogadição.


Carência de 2 mil servidores

A Justiça de primeiro grau do Rio Grande do Sul tem hoje uma carência de 2 mil servidores.

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