Caso do açougueiro. Homem é condenado a 21 anos de prisão por morte de professora em 1998, na Fronteira Oeste. Edson Reina, de 48 anos, recebeu a sentença após 18 horas do início do julgamento em Santana do Livramento - ZERO HORA, RADIO GAÚCHA, 29/02/2012 | 04h11
Após mais de 18 horas, o júri popular de Santana do Livramento, na Fronteira Oeste, condenou a 21 anos de prisão em regime fechado o réu Edson Reina, 48 anos, conhecido como Xirica. A sentença foi lida pelo juiz Frederico Conrado, às 3h25min desta quarta-feira. O júri havia iniciado às 9h de terça.
Reina é acusado de ter sequestrado a professora Deise Belmonte, sua ex-companheira, em agosto de 1998 e, depois, de ter esquartejado a vítima e acondicionado as partes do corpo em sacos plásticos. As embalagens foram encontradas próximo a um lixão clandestino na rodovia Santana do Livramento-Quaraí (BR-293) e nas margens da BR poucos dias após o crime.
Em dezembro de 2000, ele já havia sido condenado a 28 anos de prisão, mas a decisão foi anulada após recurso da defesa. Em 2003, acabou condenado por ocultação de cadáver, mas a promotoria recorreu e foi marcado novo julgamento.
Edson Reina fugiu para o Chile, onde ficou até 2009. No ano passado, ele foi extraditado para o Brasil. Até então, cumpria pena em seu país de origem em razão de outro crime. O acusado não terá direito de recorrer em liberdade.
O dia em que a Justiça Brasileira se tornar sistêmica, independente, ágil e coativa, e com Tribunais fortes e juízes próximos do cidadão e dos delitos, o Brasil terá justiça, segurança e paz social.
"A Função Precípua da Justiça é a aplicação coativa da Lei aos litigantes" (Hely Lopes Meirelles)- "A Autoridade da Justiça é moral e sustenta-se pela moralidade de suas decisões" (Rui Barbosa)
MAZELAS DA JUSTIÇA
Neste blog você vai conhecer as mazelas que impedem a JUSTIÇA BRASILEIRA de desembainhar a espada da severidade da justiça para cumprir sua função precípua da aplicação coativa das leis para que as leis, o direito, a justiça, as instituições e a autoridade sejam respeitadas. Sem justiça, as leis não são aplicadas e deixam de existir na prática. Sem justiça, qualquer nação democrática capitula diante de ditadores, corruptos, traficantes, mafiosos, rebeldes, justiceiros, imorais e oportunistas. Está na hora da Justiça exercer seus deveres para com o povo, praticar suas virtudes e fazer respeitar as leis e o direito neste país. Só uma justiça forte, coativa, proba, célere, séria, confiável, envolvida como Poder de Estado constituído, integrada ao Sistema de Justiça Criminal e comprometida com o Estado Democrático de Direito, será capaz de defender e garantir a vida humana, os direitos, os bens públicos, a moralidade, a igualdade, os princípios, os valores, a ordem pública e o direito de todos à segurança pública.
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
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