Aqui você vai conhecer as mazelas que impedem o Poder Judiciário brasileiro de desembainhar a espada da severidade da justiça para cumprir a função precípua da aplicação coativa das leis. Sem justiça, as leis não são aplicadas e deixam de existir na prática. Sem justiça, qualquer nação democrática capitula diante de ditadores, corruptos, bandidos, rebeldes, justiceiros, imorais e oportunistas. O Brasil precisa de uma justiça coativa, proba, célere, séria, confiável e comprometida com as questões nacionais, de direito e de ordem pública, integrada no Sistema de Justiça Criminal.
- Veja no rodapé deste blog a justiça que queremos e a que não queremos no Brasil

terça-feira, 4 de março de 2014

MENSALÃO OPINIÃO



ZERO HORA 04 de março de 2014 | N° 17722


DO LEITOR - Mensalão


Pensei que sabia o que fosse formação de quadrilha. Depois do julgamento do STF, não entendo mais nada. Aliás, pode-se confiar em tribunal com ministros nomeados?

Getúlio Dorneles Fernandes da Silva
Administrador – Porto Alegre

A brilhante tese do ministro Celso de Mello foi um desgaste intelectual desnecessário, pois o resultado já estava decidido.

Almir José Cattelan
Aposentado – Nova Prata

O poder de José Dirceu e Roberto Jefferson (ZH 2/03), dois políticos presos que comandam o país de dentro da cadeia, não difere em nada de Fernandinho Beira-Mar e Marcola, comandantes do PCC. A única diferença é que eles comandam a política brasileira, e os outros dois, o mundo das drogas. É de estarrecer. Não duvidem de que até outubro eles vão estar fora da cadeia, dando as cartas nas eleições.

Assis Tomaz Monteiro Vieira
Montenegro

Não adianta agora espernear, querer ficar brabinho, por terem sido absolvidos do crime de formação de quadrilhaos oito mensaleiros condenados. Isso já estava previsto desde que o ministro Celso de Mello, com seu voto de minerva, aceitou os embargos infringentes. Ele já sabia o que pensavam seus quatro colegas, que somados aos dois novatos colocados pelo Planalto, sob medida no STF, conseguiram o quórum para a absolvição. Deu até para ele, que fora muito criticado, posar agora de bom moço, votando pela condenação.

Carlos Enaude M Corrêa
Empresário – Dom Pedrito

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